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Ministro do STF, Luís Roberto Barroso, dá conselhos sobre como deixar um bom legado na carreira profissional

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, dá conselhos aos jovens sobre como deixar sua marca na carreira profissional.

Assumindo o posto de Ministro do Supremo Tribunal Federal, cargo máximo do judiciário brasileiro, Luís Roberto Barroso chegou no topo do sucesso na carreira de um advogado.

Com formação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e pela Yale Law School, atualmente ele é considerado um dos profissionais mais liberais da corte. Luta pela defesa do casamento homoafetivo, de pesquisas com células-tronco embrionários, da proibição do nepotismo no Judiciário e da interrupção da gestação de fetos anencefálicos, bem como pela liberdade de expressão.

Barroso foi convidado para o evento comemorativo dos 25 anos da Fundação Estudar. Dentre os muitos assuntos abordados, o Ministro ofereceu conselhos aos jovens profissionais que também querem deixar um bom legado.

Inicio e atuação no no STF

“Eu comecei no Supremo Tribunal Federal num momento difícil”, afirma Barroso.

Seus primeiros votos como Ministro, em 2014, estavam relacionados ao julgamento do mensalão. O Ministro acreditava que o crime de formação de quadrilha ou bando já estava prescrito e, por isso, absolveu os acusados dessa acusação específica.

Legado

“É a diferença que fazemos na vida dos outros que vai determinar a importância da nossa vida”. A frase de Nelson Mandela foi parafraseada por Barroso.

“Como houve um refluxo da política no Brasil nos últimos anos e por muitas razões, muitos avanços relevantes foram conquistados via Poder Judiciário, via judicialização”, disse Barroso.

Para ele, um grande legado recente é a intolerância à corrupção e ao mau uso do dinheiro público, que começou a partir do julgamento do Mensalão e passa agora pela Lava Jato.

Carreira profissional e acadêmica

De todas as provas que já fez na vida (ele passou nos concursos para professor universitário na UERJ e na UnB e para Procurador), ele considera as mais difíceis aquelas que teve de realizar para ingressar no colégio Pedro Álvares Cabral, a concorrida escola pública onde Barroso cursou o ensino médio. Depois, ingressou no curso de Direito da UERJ, abandonou uma graduação paralela em Economia na PUC-Rio e participou do movimento estudantil que combatia a ditadura no país.

A entrevista completa pode ser vista no canal Na Prática

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